sábado, 9 de maio de 2009

Mãe... Ser único e indiscutivelmente sagrado!









A primeira mãe no mundo, para muitos foi Eva, mulher de Adão... Mas no meu jeito de "pensar" filosófico, vai muito além disso... A primeira mãe do mundo foi Deus, o nosso criador. Ele quem criou o mundo. Um mundo em perfeita condições para que o seu filho, em imagem e semelhança, pudesse viver em paz e harmonia!



Logo após o mundo ser criado, Deus fez nascer Adão... de Adão surgiu Eva, assim a primeira mulher, obviamente, chamada de mãe na Terra.... Mas meus leitores, não estou ficando louco não... sim... interpretemos a forma de que o mundo foi criado e para abrigar alguém com todo conforto possível... a mesma preocupação que uma mãe tem a um filho. Espero que vocês entendam o meu ponto de vista, quer concordem ou não!



Por muitos e muitos tempos, mães não foram valorizadas, nem por seus maridos e nem por seus filhos, o que era muito comum naquela época. Eis que surge, Maria... puríssima, de rara beleza, humildade e amor... amor que fez ultrapassar barreiras e mudar o sentido e o valor de uma mãe no mundo.... Sim meus queridos leitores, na minha opinião, a geração de mães pós Maria é mais valorizada, respeitada e principalmente amada...



A demonstração de amor, garra, luta e compaixão por seu filho, começou quando o mesmo ainda se encontrava em seu ventre. Lutando e fugindo de Reis injustos e soldados impiedosos, Maria conseguiu gerar seu filho, numa manjedoura... Seu labor não parou ai... Conforme seu filho ia crescendo, ia aumentando as responsabilidades de Maria. E não deixou de amar seu filho e nem o abandonou, mesmo quando havia multidões contra ele... aquele amor de mãe e superação... vencia qualquer barreira... e ela.. se manteve firme e ao lado de seu filho amado, até seu último suspiro como humano.. e por demonstrar tanto amor e pureza esta tornou-se santa... Santa esse que torna todas as mães do mundo santa... Sim.. todas aquelas que dedicam, amam, lutam e jamais abandonam seus filhos. Há excessões, que aparecem em matérias de jornais... Elas não são mães... São apenas seres zumbis, sem coração. Eu como seu humano, do sexo masculino e heterossexual, acho inadimissivel, abandonar um ser tão indefeso, depois de passar nove meses sentindo ele mexer, ouvir as batidas de seu coração. Mas não estou aqui para julga ninguém. Cada um com o seu.

Apesar de por muitas vezes ter desobedecido, respondido e até mesmo ter brigado com minha mãe, sei que todas as vezes que apanhei, fui colocado de castigo, por mais injusto que tenha sido o motivo Estou agora agradecendo publicamente a minha mãe, a criação que me deu!


Venho aqui também agradecer outras mães que tive durante a vida e, sei que minha mãe não sentirá ciúmes e concordará: Minha avó Maria... e minha Mãedastra Márcia... Essas três mulheres nunca mediram esforços para ajudar a tornar-me um homem de bem, que tivesse chances de crescer e brigar por um lugar ao Sol... Sou muito grato por tudo que elas fizeram por mim! Mesmo estando longe das três, saibam que eu as amo muito... e desejo toda paz e felicidade....


Agora para saciar a curiosidade de muitos segue como surgiu o dia da Mães






Como surgiu o dia das mães



A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Rhea, a Mãe dos Deuses.



O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de “Mothering Day”, fato que deu origem ao “mothering cake”, um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.



Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Júlia Ward Howe, autora de “O Hino de Batalha da República”.



Mas foi outra americana, Ana Jarvis, no Estado da Virgínia Ocidental, que iniciou a campanha para instituir o Dia das Mães. Em 1905 Ana, filha de pastores, perdeu sua mãe e entrou em grande depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a ideia de perpetuar a memória de sua mãe com uma festa. Ana quis que a festa fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas, com um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem suas mães. A ideia era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais.



Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. A primeira celebração oficial aconteceu somente em 26 de Abril de 1910, quando o governador de Virgínia Ocidental, William E. Glasscock, incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Rapidamente, outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.



Finalmente, em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis. Em breve tempo, mais de 40 países adotaram a data.



“Não criei o dia das mães para ter lucro”



O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse uma dia lucrativo para os comerciantes, principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade. “Não criei o dia as mães para ter lucro”, disse furiosa a um repórter, em 1923.






Nesta mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso.



Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Diziam que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. “O amor de uma mãe é diariamente novo”, afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe.



Cravos: símbolo da maternidade



Durante a primeira missa das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.



No Brasil



O primeiro Dia das Mães brasileiro foi promovido pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918. Em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.

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